La Bella Luna - 28 de Fevereiro de 2012




O La Bella Luna não promete, mas cumpre!
À entrada deparámo-nos com o primeiro problema, a pequena porta (no futuro, e com a M. por cá, será mais difícil entrar) estava fechada. Alguém a abriu fomos encaminhados para a nossa mesa.


Os funcionários são simpáticos, mas têm défice auditivo. Pedimos um sumo de laranja natural e:


trouxeram-nos um Sumo(l) de laranja natural!

A decoração dá a entender que o La Bella Luna já foi El Hermoso Mexico!



Apesar da decoração, o espaço é acolhedor e agradável. A comida é fantástica e até já recomendei o restaurante ao G. (G., não confundas o nome, não é o La Bella Italia).
N.B.: trocámos os toques de telefone para não assustar a grávida e agora não assustamos a grávida nem atendemos os telefones.



A grávida adorou a comida, mas a escolha não se adequou a um jantar pré-natal e às 4 da manhã a mãe da M. acordou a casa toda com azia e muito mal disposta. (o que a fez tomar uma decisão, a partir de agora SÓ comida saudável e que não provoque azia!!!)

 

Há pessoas que têm particularidades que as tornam únicas. Como as que deixam sempre um restinho no prato. Adoro!

Visitem o restaurante! Não é caro e a comida é óptima!

 
Algumas imagens:




Jardim Botânico da Ajuda - 8 de Janeiro de 2012


Bem cedo chegámos ao aeroporto. O B. ia para Sevilha e, embora seja por pouco tempo, nós queríamos estar lá para nos despedirmos. Pronto, esta é uma fase em que estou mais sensível e não consegui conter uma lagrimita.



Os que ficaram em terra foram até à Ajuda. Como ainda era cedo decidimos ir passear antes de almoço.


Estamos na Ajuda há tanto tempo e ainda não visitámos o Jardim Botânico!!?? É mesmo lá que vamos!!


Este é o jardim botânico mais antigo de Portugal. A sua história remonta a 1755, depois do terramoto de Lisboa, em que o rei D. José I transferiu a sua corte, dos arredores da capital para a Ajuda. Este local foi escolhido por esta zona não ter sido afectada aquando do terramoto.


O jardim dos aromas está um pouco desprezado. É pena!




O jardim tem uma excelente vista sobre o rio tejo e uma excelente exposição solar.




O J. estava entusiasmado com a variedade de plantas e flores. Até voltou a propôr à P. um canteiro de ervas aromáticas no Moinho. Eu acho excelente ideia!




É muito agradável para passear, trazer as crianças. Até existem workshops de jardinagem destinados aos mais pequenos e não só!





Descemos um pouco a calçada e fomos almoçar ao restaurante "Andorinhas". (a P. prefere sempre este, não tem estrela michelin mas serve).


Curso Pré-Natal (II) - 23 de Fevereiro de 2012


Depois da 1ª aula, a 2ª aula do Curso de preparação para a maternidade e paternidade na Mamãs e Companhia foi dedicada ao tema 'Compras'.
- o que comprar
- o que não comprar
- o que colocar na mala que levamos para a maternidade (e modus operandi na maternidade)

Coisas que já usávamos/sabíamos:
- O pai vai transportar a M. com um sling e o ovo fica sempre no carro
- A segurança rodoviária não deve ser descurada

O que aprendemos:
- A roupa que a mãe leva para a maternidade não é para ser reutilizada no dia da saída
- Levar uma bolachinhas para depois do parto porque a fome é negra
- Uma nova versão de lilypad
- O leite materno é o melhor hidratante para a mãe
- A roupa deve ser comprada tendo em conta a praticidade e não a beleza (porque não nos avisaram mais cedo?)
- Não é preciso comprar muita roupa para os primeiros meses (peçam aos amigos que ofereçam roupa dos 6 meses para a frente)
- Prós e contras de fraldas descartáveis e reutilizáveis (a Deco tem um artigo sobre este tema)
- Como pegar no bebé para lhe dar banho


O que nos fez rir:
- O pai dos gémeos julgava que dar banho às crianças era chapinhar àgua neles ("zip, zip, zip!")
- A mãe dos gémeos incentivou o pai desde o início "Não afogue o bebé!"


A mãe da M. também tem feito compras para proteger a M. neste período de gestação:


No fim da aula, recebemos um saco com amostras de produtos e alguns manuais muito interessantes. Agora, às compras (a M. e a mãe adoram)!

Carnaval de Torres Vedras - 18 de Fevereiro de 2012


Este ano não podia deixar de ir! Mesmo que tivesse de ser mais calmo, não podia deixar de ir ao carnaval. O ano passado coincidiu com uma data bastante especial e estivemos aqui (que chatice!)


O A. mascarou-se de Noddy com carro e tudo. Infelizmente estava doentinho e não pôde aproveitar muito do carnaval. A LaranjAlface também não teve sorte, nem com o médico do hospital nem com a data que a maldita pneumonia escolheu para atacar. O importante é que fiques bem e para o ano festejamos a dobrar!

Máscaras, perucas, maquilhagem, óculos, homens com baton, saias e collants... Ok, está tudo preparado!


Previsivelmente, o horário escolhido para jantar era demasiado cedo para a princesa F. se preparar, como tal tivemos de o adiar por mais 2 horas. Não houve problemas, o restaurante não tinha muita gente (por enquanto!)

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Epá mas quanto custa a garrafa? Manda lá vir uma mais barata!


Fomos servidos pela princesa Leia (sempre muito atencioso(a)!


Atenção, eu bebi apenas água (ok, no fim do jantar provei a questionável bebida) mas o rolo da LC-A ficou de tal forma colocado que deu para tirar fotos infinitamente (que pena, mas havemos de voltar a mergulhar com ela!)


A comida estava excelente!



Os collants dos chineses vêm com livro de instruções agarrados. Há homens que não perceberem que têm de cortar estas etiquetas.



Quando ainda pensava que estava a tirar fotos a sério.


Ainda não perceberam que têm de dar um pequeno desconto ao cérebro da grávida, demorou um pouco mais mas ela chegou lá!


 Ele(a)s tentam mas não percebem nada disto!




A M. festejou o seu primeiro carnaval ainda dentro da barriga e muito quentinha. E assim continuou porque estava demasiado frio e demasiada confusão para irmos festejar na rua.


O grupo de ginastas estava bastante animado.



Ainda estacionámos para ver o movimento e assistimos à intervenção da polícia que evitou um carro de ser roubado (com a preciosa ajuda de dois mascarados, que repararam na chave esquecida na fechadura do carro).


E comer uma maravilhosa fartura (ai se eu soubesse assobiar!)


No dia seguinte e depois de uma fantástica feijoada (segundo ele) o R. chegou a casa são e salvo. Esta música  já não tocava mas a sua voz rouca ainda a entoava.


A M. fugia às fotos enquanto o R. se deitava e o F. (o ciclista desaparecido) já dormia.