Movember 2011 - 19 de Novembro de 2011


Foi o segundo ano em que comemorámos o Movember (já somos 8,5 Mo Bros)! Se Outubro é o mês do combate ao cancro da mama, Novembro é o mês do combate ao cancro (contra, segundo o G.) da próstata!



Começámos por ir de eléctrico até ao Cais do Sodré (somos alfacinhas que gostam de transportes públicos, apesar de tudo). Subimos o Alecrim e as mensagens subliminares já estavam pelas montras.


A primeira paragem foi na ginjinha. O mini-Carl já teve direito à prova!



Depois do aperitivo, reunimo-nos todos de novo na mesma mesa da Adega do Dantas (os senhores já nos reservaram a mesa para o movember 2012, com esta antecedência, só concertos dos U2)





Os farfalhos verdadeiros eram diversificados, já os falsos eram plágio autêntico do farfalho do Dom C.




Eu também tive direito ao um farfalho à Dom C.



O calor dos farfalhos labiais deu sede ao pessoal e a contagem final apontava para três sete imperiais, algumas sangrias brancas e vinhos tintos.



A selecção natural acabou por dividir a mesa em duas facções. A saber: a dos casados, onde só se falava de babies e a dos solteiros, onde só se falava de babies!
Em relação à comida, as mulheres acabaram por acertar em cheio (os bifes com cogumelos bateram a picanha argentina).

A Canon S95 fez furor e o Natufo já só queria auto-retratos !



No final da refeição, os farfalhos sérios (houve quem se acobardasse, não foi, Pinto) tiveram de beber o bagaço de penálti (habitual em tudo o que seja comemoração).




Os farfalhos mais susceptíveis claudicaram...



Cá fora, e já em copos de plástico, os solteiros ainda foram à segunda dose! Este ano não houve fotovideo...




O Enfermeiro R., que tinha o turno a começar às 8a.m. do dia seguinte, acabou por recuperar o avanço com 2 tragos corajosos! (prolepse: Não há vítimas a registar em relação ao dia seguinte e o fígado auto-regenera-se). Ainda teve oportunidade (nas asas dos bagaços) de contar a sua aventura carnavalesca!

A noite terminou à conversa com um simpático taxista (raro em Lisboa). Descobrimos que vomitar dentro de um táxi dá direito a 140€ de penalização.

O que sucedeu aos solteiros (que ficaram até mais tarde) ninguém sabe (nem os próprios), mas conta-se por Lisboa que desapareceu uma protecção de iphone na careca de um Mo Bro! 


Pontevedra - 16 de Agosto de 2011


Depois de Santiago de Compostela, fomos para Vigo (em breve conto-vos como foi). Parámos para almoçar em Pontevedra e, (desvendando já parte da história) embora a cidade seja muito insípida, a refeição foi de abade! Como 3 imagens valem mais do que não-sei-quantas-palavras:




Está-me a dar a fraqueza ao escrever este post!
Falando de coisas mais mundanas, descobrimos o centro histórico que embora desordenado é agradável.




A Igreja da Virgem Peregrina é bastante bonita, mas não se compara à minha Igreja!
A cidade é marcada pela Ria, que a atravessa e por lombas gigantes e sucessivas na zona marginal.



Algumas imagens:




Cidade da Cultura - 16 de Agosto de 2011


Olá Amigos!
Durante a nossa estadia em Santiago de Compostela, já tínhamos visto da "autopista" a silhueta, que nos suscitou muita curiosidade.

As sinaléticas que indicavam o caminho até lá estavam mal colocadas e eram escassas (desengane-se quem pensa que só em Portugal existe má sinalização...), entrámos em autopistas, saímos de autopistas, seguimos indicações que davam a lugar nenhum, entrámos numa rotunda subterrânea de um centro comercial, saímos, voltámos e entrar... enfim, uma aventura para encontrar a Cidade da Cultura.



É um complexo arquitectónico e cultural da cidade de Santiago de Compostela no Monte Gaiás, que reconcilia a conservação do património com a produção de conhecimento, investigação, criação e consumo cultural.

As obras de construção tiveram início em 2001 e está previsto terminarem em 2012. Contudo é possível visitar grande parte do complexo.


O arquitecto é Peter Eisenman. O conceito do projecto repõe a topografia da montanha, desenvolvendo uma nova silhueta no Monte Gaiás, composto por uma crosta de pedra dividido por intervalos naturais.

No interior do complexo existe uma exposição que explica o objectivo e o processo do projecto pelo arquitecto e através de maquetas e desenhos.





Começámos a caminhar no exterior e o que é pavimento transforma-se em rampa, a rampa começa a ficar com uma pendente cada vez maior e de repente estamos a caminhar na cobertura do edifício.





Bibliotecas são espaços que ambos gostamos de conhecer e visitar, mas não pelas mesmas razões (sim, os livros são para ler).
Esta é fenomenal, e como ainda não está em funcionamento e existem poucos livros, estivemos atentos à arquitectura.







Estávamos com sede e visitámos o bar, pedimos uma água e com grande simpatia ofereceram-nos um pequeno petisco, que tive de ser eu a provar.


Adorámos a garrafa. Ficava (fica) tão bem em nossa casa! (só mais tarde descobrimos que esta garrafa existe aos pontapés em Espanha, deve ser a garrafa da água do Luso de nuestros hermanos).




Até breve!
Algumas imagens: