Santiago de Compostela - 14 e 15 de Agosto de 2011


Olá Amigos!
Continuando a falar-vos das minhas férias de Verão e depois de ter estado aqui, continuámos a nossa viagem rumo a Santiago de Compostela.

A chegada ao Monte do Gozo, local onde ficaríamos alojados (por favor não "gozem" com o nome) foi atribulada. O GPS, que para uns é bastante útil mas para outros, ainda tem muitas falhas, indicou-nos uma estrada errada (para variar) e julgámos ter alugado um quarto num albergue que tinha ar de bar de alterne ou de coelheiras, como quiserem...

Depois de muita inversão de marcha, lá o encontrámos.

N.B.: Fomos de carro, porque o nosso Chaço 2, que actualmente está no bate-chapa em convalescença, só faz viagens que não excedam os 15kms.


A noite da chegada coincidiu com o El Clásico. Vimos o jogo num café completamente cheio. No final poucos estavam satisfeitos, nem o Real ganhou, nem o iCoiso conseguiu ligar-se ao wireless do Monte do Gozo.


No dia seguinte levantámo-nos à hora habitual da mestra da ronha (menina cheia de genica, para alguns, vá, para uma) , já o Monte do Gozo estava deserto...


Estacionámos o avião (ranhoso do ano, há 2 anos consecutivos) no parque e, equipados  com máquinas e água, fomos à descoberta de Santiago pedonal!







Estávamos nós de gelado na mão, a fazer uma pausa, quando ao longe ouvimos uma melodia que nos soou familiar. O sábio da Ajuda (por favor ande em linha recta para medir o nível!) rematou logo, "Isto é música portuguesa".

Aproximámo-nos e descobrimos uma tuna do Porto a cantar "O Pai da criança"! Foi lindo!




A amiga Holga não falha! Só na medição da luz, mas o Picasa resolve...



Quem disse que queria encontrar uma estátua semelhante à que levou como recordação, há uns anitos atrás!?


A fome apertava e a escolha foi o "Sotano". Os mexilhões estavam óptimos mas a empanada de pulpo era intragável. Até nas escolhas gastronómicas se percebe quem tem bom-gosto!




A cidade, além de muito limpa e cuidada, tem outra característica, as marquises brancas nas fachadas (não confundir com as de alumínio que existem em abundância em Lisboa).



Oh diabo! Não é que em Santiago há uma obra do carago?
E há muito que a queria conhecer, só foi pena acertar no dia que estava fechado, mas mesmo assim valeu muito a pena!



Os jardins que sucedem ao edifício são espectaculares, imensa relva, árvores, muros em pedra. Muito agradável.





A K1000 também não falha! E até mede bem a luz!




Nem a Spinner!! Que faz magia...



O jantar foi na Casa Rosalía Vinos e Tapas, e ainda bem (que o Sábio da Ajuda escolheu, dizem!), porque estava tudo divinal!!


Foi delicioso! Desde a entrada de tapas, aos mexilhões, ao chouriço, ao revuelto, à sobremesa e à Sangria que nos deixou com muito boa disposição!






Adorei! Quando voltarei a ver Santiago?

Algumas imagens:


Sítio da Nazaré - 16 de Outubro de 2011


Olá amigos!
Recapitulando: Fátima, almoço atribulado, Batalha e por fim, acabámos o nosso passeio no Sítio da Nazaré (há cerca de 2 anos que não vinha cá).

A avó N. morou na Nazaré há algum tempo atrás, com o avô V., a P. e a L. As recordações são muitas.






A vista é maravilhosa. Sentámo-nos no miradouro e por ali ficámos um belo tempo.


A L. foi comprar percebes, ela diz que estão cozidos, outros dizem que estão crus ainda com o sabor a mar. Eu cá prefiro tremoços!


Queriamos beber qualquer coisa e descobrimos este bar (que não me recordo do nome, alguém sabe?). Tem uma excelente vista e estava um pôr do sol excelente. A N. questionou ao empregado se determinado padre morou ali perto. O J. e o F. discutiam quem pagava a conta (os filhos do J. nunca se debatem em relação a assuntos deste género).



O B. e o R. aproveitaram para testar o contraluz.


Assim, muito cansados, regressámos a casa.


Algumas imagens:




Batalha - 16 de Outubro de 2011

Olá!
post anterior acabou e ainda nós não tinhamos almoçado. Só depois de muito andar na estrada em direcção à Batalha, lá parámos no Restaurante Esplanada, na estrada da Batalha.


A fome já apertava e as entradas eram delíciosas, uma combinação perfeita para acabar num instante.


(aquelas coisas que pareciam borracha frita, que uns chamavam rojões e outros couratos, tive pena de não poder petiscar mais, era muito saboroso mas pouco saudável)



Mas nunca provaram diospiros? Nem mesmo no jogo das palavras em frutos com a letra "D"? A C. quis provar, mas logo se arrependeu.




Depois da barriga bastante mais satisfeita, retomámos o caminho até à Batalha. O Albertininho tirou algumas fotos inspiradas em temas para o curso de fotografia.


A C. demonstrou logo o seu desagrado para ver museus, depois do F. ter dito que lhe queria mostrar o Mosteiro/Museu da Batalha. Penso que o equívoco ficou esclarecido.




Máquinas digitais, aquela coisa complexa que gosta de trabalhar sozinha. O Abertininho já a controla e com pouca luz já sabe como é. Tudo manual! O B. tem a aquisição nova e está a conhecê-la (ainda aguardamos as fotos deste dia).





Foi uma tarde bastante agradável, mas que não terminou por aqui!

Algumas imagens: