Ponte de Lima - 14 de Agosto de 2011


Olá Amigos!
Volto para continuar a falar-vos das minhas férias de Verão!
Depois de uma excelente estadia aqui, rumámos ainda mais para Norte e parámos numa linda vila do distrito de Viana do Castelo, Ponte de Lima!


Enquanto procurávamos estacionamento, vimos a margem do rio Lima. Era para lá que queríamos ir.



À chegada deparámo-nos com a feira de antiguidades à beira rio. A margem estava cheia de feirantes com os mais diferentes artigos. Era uma imensidão de gente que passeava, via e comprava na feira, crianças que brincavam, pessoas sentadas à beira rio. Adoro este ambiente!




As bancas com material fotográfico "do tempo da outra senhora" foram as que cativaram mais a nossa atenção. Mas nós também cativámos a atenção de um vendedor fotógrafo! Outro vendedor mais à frente, achando-nos um museu fotográfico andante, perguntou-nos: "todas as máquinas funcionam"?(sim, foi mais à frente, mas a memória vai-se perdendo com a idade).






As figurinhas de ferro com as mais variadas profissões são feitas pelo marido da senhora que estava a vender e que muito orgulhosa, fazia questão de o dizer! Eu não resisti e comprei duas.



Lembram-se do mesmo que eu, não é?




A fome já apertava e depois de rondar vários restaurantes, acabámos por escolher o Celeiro, e ainda bem! O bacalhau com batatas à murro é ma-ra-vi-lho-so!!



Voltámos ao passeio pela vila e quanto mais a conhecia, mais a adorava. É muito limpa, organizada, estimada e "arranjadinha", não sei porquê mas no Norte é diferente...(porque é que nós no sul/centro não somos assim tão cuidadosos e preservamos com tanto carinho o que é nosso?)








Para terem a certeza de que a máquina de plástico funciona (e na minha opinião funciona cada vez  melhor), aqui estão algumas das fotos tiradas por ela com rolo Ilford HP5 120mm (enganem-se quem pensava que era iPhone ou iPad......sem comentários).






A spinner também não faltou e esmerou-se, como sempre!





Até breve!
Algumas imagens:







Festival da Sapateira de Santa Cruz - 8 de Outubro de 2011


O que é melhor do que comer sapateira à descrição? Comer sapateira à descrição de borla! Obrigada, laranjalface!

O 15º Festival da Sapateira foi fantástico e atribulado!

Comecei por ter de conduzir um carro de caixa automática (o pé esquerdo e a mão direita não sabiam o que fazer).


Cheguei a Santa Cruz e o La Fontana tinha mais gente à espera que sentada. Tentámos o Chez Bernard e descobrimos que se transformou numa tenda. Havia lugar, mas tínhamos a ideia de comer entre 4 paredes.


O Restaurante "O Polvo" (ou "O Páteo", se preferirem), que fica perto das piscinas do Pisão, foi a nossa salvação! Tínhamos mesa e telhado!




Quem ia comer, ou estava num raio de 3 metros da laranjalface, colocou o traje oficial!




O saldo foi de 2 sapateiras por pessoa, embora parte das sapateiras tenha acabado a noite espalhada pelas paredes do restaurante.


Quem podia, bebeu sangria. Foi uma noite agradável e quem quiser oferecer-me sapateira que o faça. Desde já aceito!
Algumas imagens:



Festa do Japão - 1 de Outubro de 2011



A Festa do Japão decorreu no Jardim do Japão (só consegui perceber isso, quando a senhora que estava sentada em cima da placa se levantou para esticar as pernas, para logo voltar a sentar-se em cima da placa).


Tinha bastante gente (mais do que eu esperava). Quando cheguei, tinha começado um espetáculo musical que parecia fado cantado em português por japoneses, e não é que era mesmo!


Claro que tinha vindo da Festa do Vinho Alentejano em Lisboa de copo na mão e tive de fazer uma pausa para comer.


A comida japonesa estava apetitosa e a coca-cola, além de encorpada, não ficou refém da salsicha!


A Ixus 75 fez o que pôde e até conseguiu apanhar uma menina a saltar (a outra menina, barbuda, não quis saltar para a foto).


Foi uma tarde bem passada, com companhia agradável, que acabou com dois pastéis de belém!



Algumas fotos:






Vinhos do Alentejo em Lisboa - 1 de Outubro de 2011



Perguntas para as quais a resposta é: visitar os Vinhos do Alentejo em Lisboa.
- Como ficar ébrio por apenas 3€?
- Como aprender adjectivos aplicáveis a qualquer vinho?
- Como adquirir um copo de vidro no CCB?
- Como passar a tarde a comer pão molhado em azeite (de qualidade)?


Comecemos pelo início, desci a Calçada do Galvão a pé e desloquei-me até ao CCB. A dica para este evento foi-me dada pelo G. (que conhece tudo o que é tasco em Lisboa e algumas das vezes até se lembra do que viu).


Ao entrar, e à troca de 3€, é dado um copo a cada participante. A partir daí é provar e degustar.
Provei:
- um vinho jovem e exuberante
- um vinho com classe e enorme complexidade aromática
- um vinho de aromas mais frescos e muito original
- um vinho de reserva que não fica refém da refeição
- um vinho que oferece um final de "casca de uva doce" a um preço muito acessível
- um vinho que acompanha bem até ao final da refeição, não desiludindo no início
- um vinho de um vermelho intenso, cativante no nariz, onde a elegância casa com aromas silvestres e com uma mineralidade que não é muito comum nos vinhos Alentejanos
- um vinho bastante estruturado, robusto mesmo, a fruta de grande qualidade envolta num leve abaunilhado
- um vinho que nos enche a boca, os taninos presentes mas completamente domados dão origem a um final de boca longo, e aveludado
- um vinho concentrado, forte e com notas amargas
- um vinho com um perfil aromático internacional e muito bem desenhado um vinho que agrada imediatamente pelo nariz.



Fizemos um brinde aos noivos, falámos sobre privacidade do facebook e sobre fotografias que eu  nunca vi.
Provámos azeite e até os descrevia, mas o meu stock de adjectivos esgotou! Apenas vos digo que o Quinta de S. Vicente foi o que mais nos agradou! (tenho a dizer que foi o único que provei, deste rol).





Os especialistas no local eram muitos, mas só o G. conseguiu extrair água das maquinetas.




Finalmente, decidimos que ir arejar até à Festa do Japão, mesmo do outro lado da estrada (já vos falo disso).

Curioso como podemos descobrir coisas novas em locais que visitamos regularmente.

1ª descoberta ( o G. tem super-poderes, e isso explica como conseguiu extrair a água):



2ª descoberta (existe um caminho dedicado ao José Saramago no CCB):




Para o ano há mais (mas não se esqueçam de comer antes)!

Algumas imagens: