Olá Amigos!
Continuando a falar-vos das minhas férias de Verão e depois de ter estado
aqui, continuámos a nossa viagem rumo a Santiago de Compostela.
A chegada ao
Monte do Gozo, local onde ficaríamos alojados (por favor não "gozem" com o nome) foi atribulada. O GPS, que para uns é bastante útil mas para outros, ainda tem muitas falhas, indicou-nos uma estrada errada (para variar) e julgámos ter alugado um quarto num albergue que tinha ar de bar de alterne ou de coelheiras, como quiserem...
Depois de muita inversão de marcha, lá o encontrámos.
N.B.: Fomos de carro, porque o nosso Chaço 2, que actualmente está no bate-chapa em convalescença, só faz viagens que não excedam os 15kms.
A noite da chegada coincidiu com o El Clásico. Vimos o jogo num café completamente cheio. No final poucos estavam satisfeitos, nem o Real ganhou, nem o iCoiso conseguiu ligar-se ao wireless do Monte do Gozo.
No dia seguinte levantámo-nos à hora habitual da
mestra da ronha (menina cheia de genica, para alguns, vá, para uma) , já o Monte do Gozo estava deserto...
Estacionámos o avião (ranhoso do ano, há 2 anos consecutivos) no parque e, equipados com máquinas e água, fomos à descoberta de Santiago pedonal!
Estávamos nós de gelado na mão, a fazer uma pausa, quando ao longe ouvimos uma melodia que nos soou familiar. O sábio da Ajuda (
por favor ande em linha recta para medir o nível!)
rematou logo,
"Isto é música portuguesa".
Aproximámo-nos e descobrimos uma tuna do Porto a cantar "
O Pai da criança"! Foi lindo!
A amiga
Holga não falha! Só na medição da luz, mas o Picasa resolve...
Quem disse que queria encontrar uma estátua semelhante à que levou como recordação, há uns anitos atrás!?
A fome apertava e a escolha foi o "Sotano". Os mexilhões estavam óptimos mas a
empanada de pulpo era intragável. Até nas escolhas gastronómicas se percebe quem tem bom-gosto!
A cidade, além de muito limpa e cuidada, tem outra característica, as marquises brancas nas fachadas (não confundir com as de alumínio que existem em abundância em Lisboa).
Oh diabo! Não é que em Santiago há uma
obra do carago?
E há muito que a queria conhecer, só foi pena acertar no dia que estava fechado, mas mesmo assim valeu muito a pena!
Os jardins que sucedem ao edifício são espectaculares, imensa relva, árvores, muros em pedra. Muito agradável.
A
K1000 também não falha! E até mede bem a luz!
Nem a
Spinner!! Que faz magia...
O jantar foi na
Casa Rosalía Vinos e Tapas, e ainda bem (que o Sábio da Ajuda escolheu, dizem!), porque estava tudo divinal!!
Foi delicioso! Desde a entrada de tapas, aos mexilhões, ao chouriço, ao revuelto, à sobremesa e à Sangria que nos deixou com muito boa disposição!
Adorei! Quando voltarei a ver Santiago?
Algumas imagens: