Festival da Sapateira de Santa Cruz - 8 de Outubro de 2011


O que é melhor do que comer sapateira à descrição? Comer sapateira à descrição de borla! Obrigada, laranjalface!

O 15º Festival da Sapateira foi fantástico e atribulado!

Comecei por ter de conduzir um carro de caixa automática (o pé esquerdo e a mão direita não sabiam o que fazer).


Cheguei a Santa Cruz e o La Fontana tinha mais gente à espera que sentada. Tentámos o Chez Bernard e descobrimos que se transformou numa tenda. Havia lugar, mas tínhamos a ideia de comer entre 4 paredes.


O Restaurante "O Polvo" (ou "O Páteo", se preferirem), que fica perto das piscinas do Pisão, foi a nossa salvação! Tínhamos mesa e telhado!




Quem ia comer, ou estava num raio de 3 metros da laranjalface, colocou o traje oficial!




O saldo foi de 2 sapateiras por pessoa, embora parte das sapateiras tenha acabado a noite espalhada pelas paredes do restaurante.


Quem podia, bebeu sangria. Foi uma noite agradável e quem quiser oferecer-me sapateira que o faça. Desde já aceito!
Algumas imagens:



Festa do Japão - 1 de Outubro de 2011



A Festa do Japão decorreu no Jardim do Japão (só consegui perceber isso, quando a senhora que estava sentada em cima da placa se levantou para esticar as pernas, para logo voltar a sentar-se em cima da placa).


Tinha bastante gente (mais do que eu esperava). Quando cheguei, tinha começado um espetáculo musical que parecia fado cantado em português por japoneses, e não é que era mesmo!


Claro que tinha vindo da Festa do Vinho Alentejano em Lisboa de copo na mão e tive de fazer uma pausa para comer.


A comida japonesa estava apetitosa e a coca-cola, além de encorpada, não ficou refém da salsicha!


A Ixus 75 fez o que pôde e até conseguiu apanhar uma menina a saltar (a outra menina, barbuda, não quis saltar para a foto).


Foi uma tarde bem passada, com companhia agradável, que acabou com dois pastéis de belém!



Algumas fotos:






Vinhos do Alentejo em Lisboa - 1 de Outubro de 2011



Perguntas para as quais a resposta é: visitar os Vinhos do Alentejo em Lisboa.
- Como ficar ébrio por apenas 3€?
- Como aprender adjectivos aplicáveis a qualquer vinho?
- Como adquirir um copo de vidro no CCB?
- Como passar a tarde a comer pão molhado em azeite (de qualidade)?


Comecemos pelo início, desci a Calçada do Galvão a pé e desloquei-me até ao CCB. A dica para este evento foi-me dada pelo G. (que conhece tudo o que é tasco em Lisboa e algumas das vezes até se lembra do que viu).


Ao entrar, e à troca de 3€, é dado um copo a cada participante. A partir daí é provar e degustar.
Provei:
- um vinho jovem e exuberante
- um vinho com classe e enorme complexidade aromática
- um vinho de aromas mais frescos e muito original
- um vinho de reserva que não fica refém da refeição
- um vinho que oferece um final de "casca de uva doce" a um preço muito acessível
- um vinho que acompanha bem até ao final da refeição, não desiludindo no início
- um vinho de um vermelho intenso, cativante no nariz, onde a elegância casa com aromas silvestres e com uma mineralidade que não é muito comum nos vinhos Alentejanos
- um vinho bastante estruturado, robusto mesmo, a fruta de grande qualidade envolta num leve abaunilhado
- um vinho que nos enche a boca, os taninos presentes mas completamente domados dão origem a um final de boca longo, e aveludado
- um vinho concentrado, forte e com notas amargas
- um vinho com um perfil aromático internacional e muito bem desenhado um vinho que agrada imediatamente pelo nariz.



Fizemos um brinde aos noivos, falámos sobre privacidade do facebook e sobre fotografias que eu  nunca vi.
Provámos azeite e até os descrevia, mas o meu stock de adjectivos esgotou! Apenas vos digo que o Quinta de S. Vicente foi o que mais nos agradou! (tenho a dizer que foi o único que provei, deste rol).





Os especialistas no local eram muitos, mas só o G. conseguiu extrair água das maquinetas.




Finalmente, decidimos que ir arejar até à Festa do Japão, mesmo do outro lado da estrada (já vos falo disso).

Curioso como podemos descobrir coisas novas em locais que visitamos regularmente.

1ª descoberta ( o G. tem super-poderes, e isso explica como conseguiu extrair a água):



2ª descoberta (existe um caminho dedicado ao José Saramago no CCB):




Para o ano há mais (mas não se esqueçam de comer antes)!

Algumas imagens:







Figueira da Foz - 11 e 12 de Agosto de 2011


Olá Amigos!
Como prometido, vou continuar a falar-vos das minhas férias de Verão.

O primeiro destino era Figueira da Foz mas, como é muito mais forte do que nós, fizemos uma pequena e deliciosa paragem pela Casa do Pão de Ló de Alfeizerão (em breve terá de passar para Suspeitos do Costume). Os pastéis de nata e as empadas de galinhas são divinais, não me canso de dizer isto, nem me cansei de carregar com 2 caixas para a nossa viagem.




Chegámos à Figueira e a primeira dificuldade foi encontrar o Hotel Aliança (a escolha não foi propositada, a sério!), a segunda foi estacionar o segundo carro da família (aquele que usamos para viagens de mais de 15kms).
Depois de subir três andares sem elevador (não é que não esteja habituada, mas pelo menos durante as férias podiam facilitar), fizemos um bom descanso e embora a senhora da recepção nos tivesse informado que podíamos utilizar a internet no ordinateur com uma password bastante nacional, o iCoiso não conseguiu fazer a ligação.


Como este verão mal apanhámos uns banhos de sol, quisemos ir até à praia e aproveitar. O tempo estava excelente mas quando chegámos perto do areal percebemos que tínhamos de caminhar praí uns 500m até ficarmos relativamente perto do mar.


Depois de uma grande caminhada matinal, lá nos estendemos ao sol.



O restaurante do Hotel Aliança faz uns excelentes caracóis, tivemos de repetir 2 vezes.




Os restaurantes nesta cidade não nos decepcionaram, o Bar Espanhol tem, para além de um empregado de mesa bastante sincero e atencioso, um Arroz de Marisco excelente!

Passeámos pela cidade e não a achámos bonita. Na zona antiga o trânsito é caótico e se por acaso se enganarem e entrarem numa rua de sentido proibido poderão dar de caras com uma velhota/polícia que quase vos bate.


Continuámos o passeio, seguimos as placas que diziam Castelo e fomos dar a esta ruína. Afinal era uma amostra de Castelo e uma árvore medieval e bastante nacional, conhecida por Palmeira.



À noite, quisemos ir visitar o casino mas de calções nada feito, "passem por cá amanhã".
No Bar Havana, bebemos morangoskas e ouvimos salsa (a dançar ninguém se aventurou).


A spinner 360º (é a nossa nova máquina) veio connosco e estamos a adorá-la!!



Até breve!