Vinhos do Alentejo em Lisboa - 1 de Outubro de 2011



Perguntas para as quais a resposta é: visitar os Vinhos do Alentejo em Lisboa.
- Como ficar ébrio por apenas 3€?
- Como aprender adjectivos aplicáveis a qualquer vinho?
- Como adquirir um copo de vidro no CCB?
- Como passar a tarde a comer pão molhado em azeite (de qualidade)?


Comecemos pelo início, desci a Calçada do Galvão a pé e desloquei-me até ao CCB. A dica para este evento foi-me dada pelo G. (que conhece tudo o que é tasco em Lisboa e algumas das vezes até se lembra do que viu).


Ao entrar, e à troca de 3€, é dado um copo a cada participante. A partir daí é provar e degustar.
Provei:
- um vinho jovem e exuberante
- um vinho com classe e enorme complexidade aromática
- um vinho de aromas mais frescos e muito original
- um vinho de reserva que não fica refém da refeição
- um vinho que oferece um final de "casca de uva doce" a um preço muito acessível
- um vinho que acompanha bem até ao final da refeição, não desiludindo no início
- um vinho de um vermelho intenso, cativante no nariz, onde a elegância casa com aromas silvestres e com uma mineralidade que não é muito comum nos vinhos Alentejanos
- um vinho bastante estruturado, robusto mesmo, a fruta de grande qualidade envolta num leve abaunilhado
- um vinho que nos enche a boca, os taninos presentes mas completamente domados dão origem a um final de boca longo, e aveludado
- um vinho concentrado, forte e com notas amargas
- um vinho com um perfil aromático internacional e muito bem desenhado um vinho que agrada imediatamente pelo nariz.



Fizemos um brinde aos noivos, falámos sobre privacidade do facebook e sobre fotografias que eu  nunca vi.
Provámos azeite e até os descrevia, mas o meu stock de adjectivos esgotou! Apenas vos digo que o Quinta de S. Vicente foi o que mais nos agradou! (tenho a dizer que foi o único que provei, deste rol).





Os especialistas no local eram muitos, mas só o G. conseguiu extrair água das maquinetas.




Finalmente, decidimos que ir arejar até à Festa do Japão, mesmo do outro lado da estrada (já vos falo disso).

Curioso como podemos descobrir coisas novas em locais que visitamos regularmente.

1ª descoberta ( o G. tem super-poderes, e isso explica como conseguiu extrair a água):



2ª descoberta (existe um caminho dedicado ao José Saramago no CCB):




Para o ano há mais (mas não se esqueçam de comer antes)!

Algumas imagens:







Figueira da Foz - 11 e 12 de Agosto de 2011


Olá Amigos!
Como prometido, vou continuar a falar-vos das minhas férias de Verão.

O primeiro destino era Figueira da Foz mas, como é muito mais forte do que nós, fizemos uma pequena e deliciosa paragem pela Casa do Pão de Ló de Alfeizerão (em breve terá de passar para Suspeitos do Costume). Os pastéis de nata e as empadas de galinhas são divinais, não me canso de dizer isto, nem me cansei de carregar com 2 caixas para a nossa viagem.




Chegámos à Figueira e a primeira dificuldade foi encontrar o Hotel Aliança (a escolha não foi propositada, a sério!), a segunda foi estacionar o segundo carro da família (aquele que usamos para viagens de mais de 15kms).
Depois de subir três andares sem elevador (não é que não esteja habituada, mas pelo menos durante as férias podiam facilitar), fizemos um bom descanso e embora a senhora da recepção nos tivesse informado que podíamos utilizar a internet no ordinateur com uma password bastante nacional, o iCoiso não conseguiu fazer a ligação.


Como este verão mal apanhámos uns banhos de sol, quisemos ir até à praia e aproveitar. O tempo estava excelente mas quando chegámos perto do areal percebemos que tínhamos de caminhar praí uns 500m até ficarmos relativamente perto do mar.


Depois de uma grande caminhada matinal, lá nos estendemos ao sol.



O restaurante do Hotel Aliança faz uns excelentes caracóis, tivemos de repetir 2 vezes.




Os restaurantes nesta cidade não nos decepcionaram, o Bar Espanhol tem, para além de um empregado de mesa bastante sincero e atencioso, um Arroz de Marisco excelente!

Passeámos pela cidade e não a achámos bonita. Na zona antiga o trânsito é caótico e se por acaso se enganarem e entrarem numa rua de sentido proibido poderão dar de caras com uma velhota/polícia que quase vos bate.


Continuámos o passeio, seguimos as placas que diziam Castelo e fomos dar a esta ruína. Afinal era uma amostra de Castelo e uma árvore medieval e bastante nacional, conhecida por Palmeira.



À noite, quisemos ir visitar o casino mas de calções nada feito, "passem por cá amanhã".
No Bar Havana, bebemos morangoskas e ouvimos salsa (a dançar ninguém se aventurou).


A spinner 360º (é a nossa nova máquina) veio connosco e estamos a adorá-la!!



Até breve!

Porto, Shooting Underwater Fun - 13 de Agosto de 2011


Olá amigos!
Neste e nos próximos posts, vou falar-vos das minhas férias de Verão (este ano foram muito especiais!)

O itinerário começou na Figueira da Foz (que vos falarei em breve) e, de seguida, paragem no Porto.

A Embaixada Lomográfica do Porto organizou o workshop Underwater Fun e mais uma vez não quis faltar! (Já tinha participado neste e adorei!)

As máquinas e os rolos foram escolhidos e distribuídos (a escolha foi fácil, LC-A). Estávamos prontos para nos molhar!

As primeiras fotos foram tiradas dentro dos lagos e bicas da Avenida dos Aliados (nos workshops do Porto há sempre dois ingredientes: diversão e infracções à lei).






O calçado era apropriado, mas um pequeno percalço fez com que o rapaz dos chinelos passasse a rapaz das sapatilhas.

A foto da praxe, não foi esquecida. Tirámos várias fotos com o sr. carteiro e ainda descobrimos que afinal ele é ardina.



Continuámos o passeio pela cidade, mas sem recorrer aos atalhos do Farelo.


Esqueçam lá aquela ideia de que os espaços públicos em Portugal não são utilizados. Nós já tinhamos andado a molhar os pés em tudo o que é espaço público com água e aqui, perto da Sé, tomam-se banhos refrescantes e os putos aventuram-se em perigosos mergulhos.





Continuando a descer, fomos parar à ribeira. Aqui fizemos uma paragem para descansar e beber alguma coisa. Também se discutiu as aberturas da máquina Diana( mas quais? A da nuvem ou a do sol? ).






O calor era muito e a Ribeira foi transformada em praia fluvial. À semelhança do que está a ser estudado para um desconhecido (para os mais desatentos), cheio de potencial e piqueno rio.



As pessoas do norte são assim, não têm papas na língua!
Fooooo*#-se!



A LC-A é magnífica! Pequena, compacta e os resultados estão aqui: (não preciso de dizer mais nada!)

















Adorei, foi uma tarde muito bem passada!
E percebi que no Porto também me conhecem. O N. perguntou: "Então? Onde anda a raimundinha"?

Estava estafada e não sabia quanto tinha de andar para a residencial. Afinal era mesmo ali!

Para não variar, e como queria muito uma francesinha, voltei ao "Aviz"!


Até breve!

Algumas imagens: