Simplesmente - 20 de Fevereiro de 2011
O "Simplesmente Maria" é agora simplesmente "Simplesmente"! Foi lá que combinámos o jantar com os nossos amigos recém-casados.
Depois de uma difícil procura por estacionamento, lá nos encontrámos os 4, na Rua da Atalaia n.º108. Hoje foi uma excepção. Sabem que sou apologista dos transportes públicos mas infelizmente o serviço é cada vez mais insuficiente e à noite ainda pior.
Esta pizzeria tem um conceito bastante original de pizza-tapa. As pizzas são servidas aos quadrados e os talheres são substituídos por palitos.
Felizmente, a sangria não tem substituto. Passados alguns copos, alguns participantes (uma, vá) já apresentavam sinais de ronha. (Pizza e ronha, duas palavras muito associadas a Rovinj, onde o verdadeiro Mestre ensinou o que melhor sabe fazer).
O staff é bastante simpático e prestável (não sendo de estranhar que tal aconteça, tendo em conta a capacidade do restaurante)
O jantar serviu para pedir aconselhamento em relação a preparativos.
No final, não sei se por contágio, se devido à presença da "maior" aluna, se por ingestão de sangria, a ronha era simplesmente generalizada.
Vão ao "Simplesmente", ou, se morarem na zona do Chiado, peçam para vos entregar em casa (ficam a perder, porque o espaço é de um vintage acolhedor) as apetitosas pizzas-tapas.
Algumas imagens (reparem que a única imagem com orientação vertical se encontra no fim, para não destoar):
Algumas dicas (quando tirarem polaroids com formato quadrado tentem respeitar a orientação da moldura e não rodem a máquina):
Páteo Alfacinha - 2 de Março de 2011
Olá Amigos!
Na continuação deste dia especial, fomos jantar ao Páteo Alfacinha.
Situado na Rua do Guarda Jóias, na Ajuda, é um espaço que recria e recupera o ambiente dos pátios de Lisboa, locais de grande proximidade e comunhão entre as pessoas.
Com uma vista fantástica sobre o Tejo, este espaço também recria a arquitectura tradicional dos bairros e espaços como a taberna, a padaria e a "Casa da Mariquinhas".
Nas paredes da taberna existem fotografias e alguns azulejos com ditados populares "do antigamente" (a tradição consegue exprimir em pequenas frases verdades complexas).
Com cinco salas temáticas de diferentes capacidades, é possível fazer qualquer tipo de evento neste espaço.
Hoje jantámos por cá no Restaurante Menina do Tejo. A comida tradicional portuguesa é excelente embora não muito em conta. Mas vale a pena, pois com a vista sobre a cidade e a oportunidade de passear pelo Páteo, até nos esquecemos que a carteira está mais vazia.
E vocês já cá estiveram? O que acharam?
Algumas imagens:
Cascais - 2 de Maio de 2011
Olá a todos!
Hoje é um dia muito especial e juntando o agradável ao ainda-mais,mas-muito-mais-agradável, fomos até Cascais!
A Vila de Cascais é muita vezes associada às pessoas que falam com arrastamento, mas há vida para além da prosódia. É muito agradável para passear, pode-se desfrutar da praia, das paisagens e da Vila (percebi que existem muitos turistas por aqui).
É muito limpa, conservada e tem muitas zonas pedonais e ciclovias para percorrer.
Um dos locais que queria visitar era o Museu do Farol de Santa Marta.
Mas infelizmente é segunda-feira e nem nos lembrámos disso. Fica para uma próxima.
É hora de almoço e decidimos voltar ao Capricciosa em Carcavelos. Comemos um carpaccio delicioso.
À tarde, voltámos para Lisboa e já com chuva tentámos visitar o Word Press Photo e mais uma vez lembrámo-nos de que era segunda-feira.
A tarde terminou no sofá a ver um filme muito giro.
Algumas imagens:
World Press Photo 11 - 7 de Maio de 2011
Acabei de visitar a exposição "World Press Photo 11" e adorei!
Para chegar ao Museu da Electricidade, fiz a minha caminhada habitual pela calçada da Ajuda. Sustentabilidade é a buzz word do momento, e eu levo-a muito a sério!
Este ano as fotos estão expostas dentro de uns contentores situados no pátio. Este pormenor é esquecido quando se entra, porque as fotos são arrebatadoras. Reparem:
Encontrámos a família C. à entrada. A M. estava bastante animada e deu-nos uma demonstração de natação sincronizada no chão (nem parece que está lesionada).
Fiquei surpreendida ao sair, pois reparei que a exposição estava cheia! Adoro saber que não sou a única a preferir um museu a uma superfície comercial...
O regresso a casa foi agradável. Quem diria que aquelas ruas, que até há uns meses me eram estranhas, se tornariam tão familiares.
Polaroid 636
No primeiro aniversário da M., o M. ofereceu-me uma Polaroid 636 CloseUp, que estava há anos perdida no meio dos brinquedos da sobrinha. Não era uma SX-70, mas fui para casa feliz (mesmo não sabendo se funcionava).
Entretanto, descobri que só graças ao Impossible Project é possível encontrar película para as Polaroid 600.
Comprei película com frame preta e fui para o Monsanto testar.
A máquina funciona e fiquei maravilhada com os resultados! Foi um dia memorável, sem dúvida.
O azul da película, que antecede o resultado final é fantástico! Ainda vos hei-de (ou hei de, segundo o português que há de vir) mostrar!
Boas fotos analógicas a todos!
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