Polaroid 636
No primeiro aniversário da M., o M. ofereceu-me uma Polaroid 636 CloseUp, que estava há anos perdida no meio dos brinquedos da sobrinha. Não era uma SX-70, mas fui para casa feliz (mesmo não sabendo se funcionava).
Entretanto, descobri que só graças ao Impossible Project é possível encontrar película para as Polaroid 600.
Comprei película com frame preta e fui para o Monsanto testar.
A máquina funciona e fiquei maravilhada com os resultados! Foi um dia memorável, sem dúvida.
O azul da película, que antecede o resultado final é fantástico! Ainda vos hei-de (ou hei de, segundo o português que há de vir) mostrar!
Boas fotos analógicas a todos!
Os suspeitos do costume (V) - Häagen-Dazs
Olá amigos viajantes,
Desta vez trago-vos mais um do locais que costumo frequentar (e acreditem que este frequento bastante!)
É o Häagen-Dazs, onde existem os melhores (e dos mais caros) gelados de sempre!
O que mais frequento é o do Chiado, mas também costumo ir ao do Vela Latina, do Colombo, das Amoreiras e até já estive uma vez no Teatro Häagen-Dazs.
Os sabores que mais gosto são: strawberry cheesecake (é o único que o Albertininho conhece), dulce de leche, e pralines cream.
Adoro aqui vir, principalmente quando ganho apostas (por vezes, "monumentaniamente" tenho razão) e recebo uma taça de gelado como recompensa.
Mas também gosto de aqui ficar a ler uma revista, um jornal ou a tirar fotografias.
Até breve Amigos e Häagen Dazs.
Algumas imagens:
Clube Ferroviário - 30 de Janeiro de 2011

Como se devem recordar, já tinha visitado o Clube Ferroviário na Exposição LomoFérias 2010. A ideia com que fiquei na altura foi de que aquele lugar seria fantástico para esplanadar ao sol. E foi o que fiz, assim que o tempo permitiu!
Aproveitei a tarde para tomar um belo brunch.
Descobri que as instalações têm sala VIP para tossadores e para reclamadores-que-sofrem-do-síndrome-de-benjamin-button também!
O concurso com o tema "céu" estava próximo, por isso levei algumas das minha amigas analógicas e a minha amiga digital para tirar fotos. O céu e a luz estavam excelentes!
Adoro ficar a ver a paisagem, sentada nestes bancos confortáveis. Adoro ver que não é preciso muito dinheiro nem materiais caros para reformular um espaço, dar-lhe vida e torná-lo atraente e confortável, mantendo o espírito e a memória do lugar.
Estive para voltar cá no fim-de-semana passado mas a ressaca desportiva deixou-me muito cansada.
Até breve!
Algumas imagens:
A Lua de Maria Sem - 14 de Abril de 2011
Fomos ver a peça "A Lua de Maria Sem" ao Teatro São Luiz (houve uma pequena confusão entre o São Luiz e o São Carlos, mas rapidamente foi esclarecida). Não conhecia este teatro, é um espaço fenomenal!
O fim de tarde começou com um transbordo de autocarro até ao Rossio para jantarmos um belo frango da guia (ou pinto, como lhe quiserem chamar).
No caminho para o teatro, passámos por uma loja que já conhecíamos. Fico sempre maravilhada com as bonecas.
A peça começou um pouco atrasada e, devido a ser a estreia em Lisboa, estava cheia de personagens públicas e fotógrafos que nos feriam os olhos com o poder do flash.
A "Lua de Maria Sem" é uma peça onde Maria fala da paixão e do sofrimento da sua vida, com a sabedoria de quem com isso também aprendeu. É com orgulho que exprime tudo o que viveu, até as desilusões, por simplesmente as ter vivido e porque as coisas valem a pena ser vividas.
Maria Sem, uma mulher e 2 expressões. A palavra cantada por Manuela Azevedo e a palavra dita por Maria João Luís. Duas vozes belas, fortes e inconfundíveis. A peça vale por isso mesmo (pelas vozes), porque o ritmo constante de troca entre cantar/dizer poesia torna-se monótono.
Ah! Já me esquecia, os bilhetes foram surpresa até me deitar em cima deles!
Sentada e perto do palco, tratam-me muito bem!
Austerlitz - 14 de Abril de 2011
Estava eu ontem na minha mini-biblioteca (metade do acervo encontra-se na província) a escolher a próxima leitura, e o que eu gosto de escolher leituras, quando algo de maravilhoso aconteceu!
Antes de continuar, uma nota prévia: adoro livros! Comprar livros, lê-los, catalogá-los, folheá-los, recordar-me de coisas que fiz quando lia determinado livro (já Proust nos fala nisso, n'O Prazer da Literatura).
Voltando ao que me trouxe aqui, estava eu a escolher a próxima leitura, quando peguei no Austerlitz e comecei a folheá-lo. Deparei-me com esta página:
"Boulevard Auguste Blanqui", "Place d'Italie" e principalmente "Glacière", são as ruas que/onde vivi em Paris o mês passado e ainda esta semana falei nelas! E ali estavam aqueles nomes à minha frente!
Fantástico! ( isto deve ser o universo a querer dizer-me alguma coisa ... esperem! "Please, i nedd a slap"!!)
Descobri ainda os marcadores que o Simão usou quando lhe emprestei o livro. Asseguro-vos que ele é mais imaginativo que eu. Papeis da super-gorila, bilhetes de transportes públicos e talões de pagamentos de propinas são ideias geniais para marcadores.
Bem, para quem veio a este post devido à referência ao livro, e por respeito ao W. G. Sebald, tenho a dizer-vos que a edição é ilustrada e que estou a gostar da leitura.
Bar Tolomeu - 7 de Janeiro de 2011

Olá a todos!!
Um motivo especial trouxe-nos até à Praia das Maçãs. A nossa amiga S. convidou-nos para o jantar de aniversário dela (embora ainda estivéssemos na véspera).
O Bar Tolomeu é um espaço que funciona como restaurante e ao fim da noite como bar (é uma espécie de Santo António do sítio; metade dos casais que estavam à mesa tinham-se conhecido lá). É bastante agradável e a comida muito boa (tal como a sangria, se bem me recordo).
Houve repetições do copo cheio e muita conversa. Assuntos como a pesca, cursos de maquilhagem, fotografia, moinho do duque e até voltámos um pouco atrás para lembrar que outrora, a minha grande amiga não atribuiu a idade certa a um velhote (ou isso, ou bateu-me uma certa inveja). Com isto a conversa animou e até houve um pedido de desculpas, acompanhado de flores, via facebook.
Depois do jantar, abriram o Bar com animação e sessão de Karaoke (não elevem as expectativas, que não estamos nos Ídolos).
À meia-noite, cantámos os Parabéns, morderam-se as velas e bebemos champanhe.
Na despedida, contámos novidades (quer dizer, a 1º parte das novidades).
Algumas imagens:
Subscrever:
Mensagens (Atom)







