Paris - Jour 4 - 6 de Março de 2001



Antes de mais, reparem que finalmente tenho uma polaroid a sério no post!

O dia começou de novo com um petit déjeuner feito em casa. Queques (financiers) de pistacho e de chocolate são maravilhosos!!!!



Visitei a Torre Eiffel (até 2008, apenas 243 milhões de pessoas tinha subido à Torre).



Bebi um café horrivel, mas que me ajudou a vencer o frio. Tive (e desperdicei) ainda a oportunidade de comprar torres miniatura a centenas de vendedores.



Com a companhia de outros meus amigos, também eles de visita à cidade, fomos passear de barco pelo rio Sena (tinha de ser Bateaux Parisiens). Passámos por baixo de 21 pontes e passereles! Desde pontes com cadeados de amantes, até pontes onde se fecham os olhos e se pedem desejos... O barco tinha aquecimento e no regresso, parte das pessoas ainda pedia desejos.





Eu não dava muito pelo Trocadero, até lá estar e ver a magnífica vista sobre a torre.
Foi aqui que tirei a minha polaroid a sério.





De seguida visitei o Musée d'Art moderne de la Ville de Paris.
Na frente do edifício quase fui atropelada por um grupo de skaters que se apropriaram das rampas, escadas e passagens do acesso ao museu. Pensei logo que em Portugal isto não era permitido...ou talvez devesse ser, talvez assim os nossos museus e edíficios públicos fossem mais utilizados e visitados. É emocionante vê-los cheios de gente.









No Palais de Tokyo tive uma grande surpresa, um dos Photomaton vintage (palavra em voga) que queria experimentar, era mesmo aqui.
Adorei o espaço, o ambiente e as vedetas.







O Musée du quai Branly de Jean Nouvel é um espaço fantástico. Parte do edifício eleva-se do chão, o que faz com que dê lugar a um jardim público e sirva de ligação entre duas ruas (que jeito tinha dado uma ligação destas na Escola Militar, tive de contorná-lo completamente para chegar ao edifício da UNESCO).
O jardim vertical fez-me lembrar a viagem a Madrid, onde vi a CaixaForum Madrid.









Passámos por mais um espaço público (são tantos, felizmente) a caminho do Meditation Space do Tadao Ando. Inicialmente pensei que fosse mesmo no space, mas afinal fica dentro do edifício da UNESCO em Paris.





Passei pelos Invalides a caminho do Museu Rodin, mas cheguei tarde de mais e apenas lhe consegui ver o traseiro...





Apanhei o comboio até Saint Michel, comi uma Pizza Rustique, comprei um poster e fui para casa. Na nossa rua comprei umas uvas pagas a peso de ouro para o jantar.

Foi mais um dia onde me apercebi que Paris tem imensos espaços públicos e que as pessoas por vezes fazem uns fretes...

Au revoir!

Algumas imagens:













Paris - Jour 3 - 5 de Março de 2011



Tudo começou com um petit déjeuner feito em casa. Queques de pistacho (financiers à la pistache) são maravilhosos!!!! Reparei que a capacidade de improvisar francês aumenta quando se está numa pastelaria.



Antes de sair, constatei que tinha perdido o mapa com as marcações dos locais a visitar. Já no bus 21, reparei que tinha deixado o guia turístico em casa. O dia não estava a começar bem... e o stress de algumas pessoas aumentava!

Comprámos livros em segunda mão e lá voltaremos para comprar um poster da exposição mundial de Paris.



Finalmente andei de metro.



Visitei a Cité des sciences et de l'industrie (o equivalente ao nosso pavilhão do conhecimento, mas muito maior e com 3 milhões de visitantes anuais).



Passei pela Géode.



As exposições actuais não me suscitaram interesse (a foto está na horizontal para não ferir susceptibilidades) e fui passear pelo Parc de la Villete.
O maior parque de Paris oferece inúmeras soluções. Além da Cité e da Gèode, tem o Zénith (onde tocou o Jeff Bucley), o Grande Halle, a Cité de la Musique e um parque de diversões apenas disponível para quem vá acompanhado de crianças.









Aproveitei que estava no 19e arrondissement para visitar a Rue Meaux. Lá encontra-se o complexo habitacional feito pelo Renzo Piano, que ganhou uma menção no Prix de l'Équerre d'argent.





O problema foi que a parte mais interessante do projecto só está visível no interior. Embora seja propriedade privada, consegui entrar. O porteiro perguntou-me porque queria eu fotografar aqueles edifícios. Dizia ele que todos os fins-de-semana apareciam pessoas a pedir para fotografar. Curiosidade desfeita e que assombro é o interior!









Regressei de metro para casa feliz e cheia de ronha...



Ainda tive oportunidade de ver jogarem boccia (desporto que pratico no mundo virtual).



O kit para amanhã está pronto!




Algumas imagens: