Aldeia das Oliveiras - 10 a 12 de Dezembro de 2010



Olá Amigos!
Tal como vos havia dito no post da Guarda, a caminho da Aldeia das Oliveiras fiz um pequeno transbordo na Covilhã para me abastecer de produtos regionais.




A chegada à Aldeia das Oliveiras coincidiu com a apanha da azeitona. Quase todos os habitantes da aldeia participam nela.



Esta é uma aldeia beirã de casas de xisto, com uma população (de 16 habitantes permanentes) muito simpática e acolhedora. Se quiserem passar uns dias tranquilos, num ambiente rústico, natural, campestre e calmo, este sítio é perfeito. Aliás, Oliveiras é um lugar e não uma aldeia.





Nós ficámos na Casa do Forno, uma casa de paredes grossas em pedra, com uma enorme lareira, muito simples e acolhedora. Quando entramos na casa a primeira sensação que temos é o cheiro a lenha queimada.

As boas-vindas foram partilhadas com o queijo da Serra e dois cálices do vinho do Porto.

Se quiserem fazer lume, peçam à mulher da casa (ela gosta de se sentir útil)!










Existem várias actividades e sítios interessantes para visitar. Um deles é a praia fluvial de Fróia, localiza-se a 300m da aldeia e para além de um excelente bar com refeições e petiscos é também um excelente local para passear.





Este sítio tornou-se muito especial para mim. Ficará para sempre marcado.




Algumas imagens:





Estádio da Luz - 12 de Janeiro de 2010


Fui ao Estádio da Luz ver o jogo SLB - Olhanense (quem já lá tinha estado no último SLB-Olhanense, disse-me que o resultado tinha sido 5-0. na altura achei um exagero) . Fiquei num camarote central e posso dizer-vos que assim vale a pena vir ao futebol.
Reparem com o que me deparei ao entrar no camarote:


A ida foi um pouco atípica, não só apanhei a estrada alternativa para o eixo norte-sul (que passa perto da caparica), como entrei no estádio pelo parque, subi um elevador, percorri um corredor e entrei no camarote sem me cruzar com ninguém. Ideal para agorafóbicos!


Tentaram entrevistar-me, mas não tiveram o privilégio. Nem sou entendida em futebolês, nem me sinto à vontade perante as câmaras.

Os cânticos dos Иo Иame Boys animaram o jogo. Eles são incansáveis!
Quando cantaram "eu quero ir ao Jamor! eu quero ir ao Jamor!", senti que tinham mais vigor do que o que eu, quando me levanto às 6:45h da manhã para ir nadar no Jamor.


O jogo foi agradável e o resultado o espectável! Aliás, senti estar a ver um filme em que já me tinham dito o final e o desenlace comprova o que foi revelado.


Ao intervalo fizemos uma pausa do jogo. No início da segunda parte fizemos uma pausa dos queijos e restantes aperitivos.


Fomos todos vestidos a rigor!


Devo dizer-vos que fui bastante bem acompanhado!


Tirar fotos e enviar por mms aos amigos é o cliché a que ninguém escapa. Houve quem enviasse e se arrependesse de o fazer. Isto de ser portista e tirar fotos (que não posso mostrar) com o cachecol do SLB tem que se lhe diga! Homem que é homem, Chora! (private joke! Priiiiiiiiiiiiiivate joke!)



No fim, fica a nostalgia de uma noite bem passada. Se bem que ainda fomos a tempo de nos perdermos nos elevadores.




Foi uma noite bem passada e adianto-vos que já tenho planos marcados para visitar o Tito (e) Paris!! Boas viagens a todos.


O Estádio:



Os golos:







Guarda - 8 a 10 de Dezembro de 2010



Olá Amigos! Um excelente 2011 para todos!

Cá estou eu para vos falar da minha visita à Guarda.
A chegada foi marcada com um nevoeiro bastante cerrado. Tal não me impediu de visitar a parte antiga da cidade (embora com uma abrangência visual limitada).




Fiquei alojada na Residencial Santos, situada perto da praça velha e por onde passa a antiga muralha da cidade. O ambiente é bastante agradável e as pessoas são muito simpáticas e hospitaleiras.

Na manhã seguinte, desfez-se o nevoeiro e descobrimos que o Shopping estava a apenas 50m da nossa residência. O percurso de quilómetros que fizemos no dia anterior (alguns surfistas gostam de fazer o caminho mais "rápido") poderá não ter sido o melhor.

Da minha janela, no último andar, conseguia ver a Sé-Catedral.



Este é um monumento imponente, muito bem conservado e acarinhado pelos egitanienses (este gentílico é conhecimento adquirido recentemente). O guia turístico falou-nos dos estilos e influências góticas e manuelinas, dos espaços secretos na sacristia e também de afectos e da solidão.

A penumbra do espaço fez com que descobrisse as potencialidades do ISO 6400 na Canon 550D.




Passeámos por ruas onde a calçada não se encontra remendada por alcatrão, onde os espaços estão arranjados e os edifícios preservados. Sente-se que existe respeito pela cidade.

É verdade, voltei a desenhar!





A cidade amuralhada é linda de noite. Gosto de passear pelos bairros e pelas ruas serpenteantes. Aviso desde já os mais cépticos que os percursos que optei foram sempre os mais rápidos e directos.

Jantámos e bem, no Solar da Beira e descobrimos que para comer fora-de-horas nada melhor do que a hamburgueria T&M; provem a sandes de entremeada ou as francesinhas!





Visitámos a Torre de Menagem, que fica no ponto mais alto da cidade, com uma vista panorâmica desde os seus 1056 metros de altitude. No interior existe um filme 3D que mostra a evolução da cidade e os edifícios mais emblemáticos.






Antes de partirmos, fui visitar o TMG, Teatro Municipal da Guarda. Um edifício moderno, assente numa base de granito e onde se destacam o betão e o vidro.






Despedimo-nos do Granito e partimos para o Xisto. Mas pelo meio, um transbordo na Covilhã para comprar um pão caseiro e um queijo da Serra.

Algumas imagens: